Nelson Oliveira compete quarta-feira no contrarrelógio de elites, na
distância de 40 quilómetros e no mesmo percurso que realizou domingo no 'crono'
por equipas com a Movistar. O bicampeão nacional, que parte às 13H03 horas
portuguesas, mais duas no Qatar, não tem dúvidas que quem vai ao pódio é quem
se adaptar melhor às adversas condições climatéricas, ainda que o perfil do
percurso, totalmente plano, também condicione o desfecho.
Segundo alguns médicos dos países
presentes estas condições climatéricas metem medo
Ainda antes de estar na estrada, já o Mundial do Qatar era considerado de
alto risco devido ao calor e humidade extremas. Situação que, aliás, ficou
provada logo no primeiro dia com alguns ciclistas a sentirem-se mal. Ora, para
minimizar os efeitos das condições adversas, a organização adotou algumas
medidas que deu a conhecer aos departamentos médicos das respetivas seleções.
A organização montou um hospital de campanha na área técnica do percurso
com boas condições e até com métodos indiretos de análise sem precisar de
colheitas. Tem ainda banheiras de arrefecimento, um camião munido de condições
para a realização de raios X, com apoio pré-hospitalar muito bom, um
helicóptero e depois dois hospitais na cidade com competência para este tipo de
situação.
Dá medo...
As preocupações dos clínicos levou mesmo um deles, o espanhol Iñaki Íñigo,
a confessar que o Mundial do Qatar "dá medo, quanto ao que possa acontecer
com a desidratação dos ciclistas". Ao jornal ‘El Mundo’, o médico do país
vizinho lamenta que a UCI não permita o uso de soros fisiológicos por via
intravenosa, que, segundo ele, "era o mais eficaz" para resolver
situações extremas.
fonte: Record

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