Peter Sagan ainda só tem 26 anos, festeja o seu 27.º
aniversário no próximo mês de Janeiro, mas, mesmo assim, o Esloveno admitiu que
poderá acabar a sua carreira após o término do contrato com a Bora em 2019.
Numa conversa com jornalistas no seu Grand Fondo solidário na Califórnia, Sagan afirmou que a sua
carreira pode durar “mais três, quatro, cinco ou seis anos – Não sei por quanto
tempo mais”.
Muito longe de uma declaração de intenções, as palavras de
Peter apareceram de surpresa, dada a sua idade e o seu actual “brilho” no
pelotão internacional.
Desde que se tornou profissional em 2010, Sagan ganhou sete
etapas do Tour de France (e cinco vezes consecutivas a camisola verde), dois
Campeonatos do Mundo, o Tour de Flanders, Gent-Wevelgem, e a E3 Harelbeke. Ganhou
também quatro etapas da Vuelta a España, cinco etapas do Tirreno-Adriatico, treze
etapas do Tour de Suisse, quinze etapas do Amgen Tour of California, e ganhou
as provas de um dia no Quebec e Montreal.
Em 2016 Sagan ganhou também o UCI WorldTour ranking. E no
próximo ano tem a possibilidade de igualar o record de Erik Zabel’s – o numero recorde de camisolas verdes no Tour.
Durante o Tour de France, Sagan assinou um contrato de três
anos com a Bora-hansgrohe que terá inicio em 2017. Existem rumores que com este
contrato, Peter tornou-se no ciclista mais bem pago do pelotão Internacional
com a módica quantia de €5M. Para lá do seu contrato actual com a Bora que
termina em 2019, parece que o seu futuro está em aberto e incerto.
A ver vamos se iremos ter aqui uma novela à Espanhola (são vários os corredores Espanhóis que adiaram este ano a reforma anunciada), ou se vamos ter um dos melhores ciclista da actualidade reformado precocemente.
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